" Projeto Cinoterapia "
GAFAB realizará o importante projeto de Terapia Assistida por Cães - TAC (Cinoterapia ou Pet-Terapia).
Cheetara tem 2 anos e é da raça Labrador
04/08/2010 - 18h30 (da redação do GAFAB)
O trabalho do GRUPO conta com o apoio do Sindicato dos Metalúrgicos de Piracicaba, Agropecuária do Mané, Rações PremieR Pet e Gazeta de Piracicaba, e visa a recuperação de pacientes com doenças agudas ou crônicas e problemas psiquiátricos, sendo uma forma diferente de interagi-los com o mundo.
O primeiro passo já foi dado junto ao “Projeto Ilumina” através da cadela “Cheetara”, um cão da raça labrador que foi doada ao GAFAB pelos colaboradores e treinadores de cães José Ariovaldo Sanches, Marcos Paulo Jantin, Adan Battonyai e Robson Oriani que além de executar esse trabalho nos seus horários de folga, treinarão os integrantes do GAFAB para poderem dar continuidade ao projeto.
O GRUPO estará realizando a primeira visita no HFCP (Hospital dos Fornecedores de Cana de Piracicaba), no setor de Oncologia infantil. “Queremos contribuir um pouco com a melhora dos menores ali usuários do tratamento de Quimioterapia e Radioterapia”, explica Pousa Neto.
Os benefícios desta terapia incluem: melhorar o alcance de movimento dos pacientes, ganho de força e resistência muscular, melhoria do equilíbrio, aumento da mobilidade e propriocepção, recebendo também benefícios psico-sociais tais como a construção de relações, aumentando a auto-estima e motivação.
O GRUPO busca um trabalho multidisciplinar, com a colaboração de fisioterapeuta, psicólogo, pedagogo e veterinário (que realiza o controle sanitário e também observa o comportamento do animal).
“Independente do tipo de programa, o animal deve ter seu temperamento testado, detectado pelo veterinário e receber treinamento de obediência antes de iniciar o trabalho com pacientes”, adverte Pousa Neto.
O trabalho é pioneiro no Brasil e vem dando resultados, a presença dos cães estimula o desenvolvimento sensório-motor, neurológico e psíquico. Segundo Pousa Neto – Presidente do GAFAB “Essa é uma prática muito difundida nos Estados Unidos em instituições de reabilitação. É uma verdadeira porta de entrada para a cura dos pacientes”.